sábado, 5 de julho de 2014

Nesta postagem, abordaremos, mais especificamente, os propósitos das propagandas para com os seus produtos e telespectadores. A razão mais óbvia da propaganda é a informação. Através da propaganda, as empresas podem anunciar produtos ou serviços, novos e já existentes, que elas estão tentando vender para o público. Da mesma forma, uma nova companhia pode usar a propaganda para informar ao público sobre seu negócio.
A propaganda é uma estratégia usada para agarrar a atenção dos clientes em potencial, através do uso de técnicas de linguagem e comunicação que conquistam os clientes. É preciso também ter em mente, que por trás de tudo isso, estão diversos empresários milionários e experientes sedentos por lucros, que são capazes de trair conveniências éticas e morais para aumentar cada vez mais seu monopólio de capital.
Simplesmente informar o cliente é ineficaz, fazendo-se necessário persuadir o cliente para comprar. Uma linguagem estratégica e uma imagem em um comercial ajudam a destacar os pontos fortes de um produto ou serviço, que acabam por influenciar nas decisões de compra do cliente. Essa persuasão também é garantida repetição, a imagem da propaganda, inconscientemente fica armazenada na sua mente, é interpretada pelo córtex cerebral e, a partir de vias talâmicas são estimuladas glândulas que produzem hormônios que nos despertam interesse em possuir determinado produto. Por exemplo, em algumas propagandas de fast-food, suas glândulas salivares são estimuladas quando olham o alimento.
Outra estratégia é o uso de músicas contagiantes ou terceirização por ações filantrópicas (como cuidar do ambiente, ajudar pessoas carentes etc), que muitas vezes não correspondem ao que é anunciado pela propaganda. É necessário, portanto despertar o senso crítico, principalmente, no público infantil, pois eles são os principais influenciados por comerciais de TV e constituirão a futura sociedade ativa das nações, não devendo ser, portanto, pessoas altamente influenciadas, alienadas e consumidoras incontroláveis de produtos nocivos



7 comentários:

  1. As propagandas sempre estiveram presentes na história do comércio e se mostram pertinentes como anúncio de produtos. O problema é quando elas apresentam conteúdos de desvirtuação de valores éticos ou de polarização de opiniões. Nesse contexto, as leis reguladoras têm se intensificado, como por exemplo a obrigatoriedade da mensagem "se beber, não dirija" no fim de propagandas de bebida alcoólica. O ato de repetição pode motivar o cérebro a interpretar uma informação como "natural", o que explica a atuação das propagandas.

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  2. É um fato que as mídias sociais tem grande influencia na forma como as pessoas se alimentam e , atualmente, essa realidade vem se fazendo ainda mais avassaladora. É bem obvio que quanto mais contato com propagandas uma criança tiver mais chances ela terá de consumir esse produto, e cada vez mais. No entanto algumas pesquisas tem mostrado que isso é pior ainda com os fast-foods: tem mostrado uma relação direta entre o nivel de obesidade da criança e a
    receptividade em relação às propagandas, havendo assim um processo "bola de neve", em que quanto mais engorda, mais quer comer fast-foods.

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  3. Realmente devemos questionar as intenções de cada uma dessas propagandas que tentam repetitivamente nos induzir a algo. Como a publicidade não tem autoridade para ordenar, o emissor utiliza a manipulação disfarçada para nos convencer e seduzir, não deixando transparecer suas verdadeiras intenções, ideias e sentimentos, podendo usar dos mais variados recursos para atingir seu objetivo principal: a venda, o lucro.

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  4. Nessa discussão, é necessaria uma atenção especial ara o público infantil, pois as crianças não possuem um senso crítico tão desenvolvido quanto o dos adultos e, consequentemente, são mais facilmente influenciadas. De fato, já ocorreu de criarem um projeto de lei que proibia o uso de propaganda para o público infantil, ou podemos dizer que alguma criança compra o MC Lacnche Feliz apenas pela refeição? A propaganda serve como forma eficaz de construir um mercado consumidor, e as empresas sabem desse fato.

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  5. De fato as propagandas influenciam muito na capacidade cognitiva da pessoa, isto devido a forte carga apelativa que estas trazem consigo o que estimula como diz no próprio post o córtex cerebral a liberar hormonios de prazer relacionado a determinado produto. E isto leva a questão que é necessária a regulação destas, de modo a diminuir a disseminação do consumo de produtos fúteis e ou prejudiciais à saúde.

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  6. A publicidade teve seu surgimento na Inglaterra, no século XV, através de anúncios religiosos da época. Desde então, com o crescimento da concentração monopolística, dos mecanismos do mercado e de sua livre iniciativa, bem como o desenvolvimento dos meios de comunicação em massa, (inicialmente pelos jornais e periódicos, depois pelo rádio e em seguida pela difusão da televisão), a publicidade obteve relevante crescimento.

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  7. A ANVISA e o Ministério da Saúde têm feito um trabalho importante na regulação das propagandas de alimentos. Eles têm realizado fiscalizações permanentes, como foi o caso da exigência de modificação das embalagens de bebidas gaseificadas que lembravam embalagens de água mineral, induzindo ao consumo das mesmas em detrimento à ingestão de água. Contudo, as propagandas de alimentos com alta densidade calórica, lipídica e de açúcares continua em alta.

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